A Feira Brasileira do Varejo junta, no mesmo corredor, empresas de segmentos que quase nunca se encontram: loja de rua e rede, indústria e distribuidor, quem vende serviço e quem vende produto. Em 2026 ela aconteceu nos pavilhões da Fiergs, em Porto Alegre, e passaram por lá mais de 10 mil pessoas ao longo dos três dias. A Espectra esteve nos três, de 20 a 22 de maio, com stand próprio e uma equipe de oito pessoas se revezando entre o atendimento e a estrutura.
O stand ficou numa esquina, ao lado do palco de Marketing e Vendas. Não foi acaso: ali passaram palestrantes e gente de empresa durante os três dias inteiros, e o fluxo na frente do stand não parava. O pico era no começo da tarde, mas de manhã já havia movimento. Numa feira, a diferença entre um corredor bom e um corredor ruim é a diferença entre conversar o dia todo e esperar sentado.
O que tinha no stand
Três televisores contavam a história em paralelo. Um passava os módulos do CallSys. Outro, na vertical, mostrava a plataforma por dentro, em funcionamento, para quem quisesse ver como a coisa é de verdade e não em ilustração. O terceiro rodava os cases de quem já usa: Unisinos, IERGS, QI, IESA e Detran RS.
Junto, o argumento que não cabe em cartaz nenhum: 23 anos de mercado. Numa feira em que a maior parte das conversas começa do zero, com alguém que nunca ouviu o nome da empresa, tempo de estrada é o que separa a novidade da marca consolidada.
Monte a sua IA em cinco minutos
Era o espaço mais concorrido do stand, e a proposta estava escrita em letra grande: montar uma inteligência artificial para o seu negócio em menos de cinco minutos. Quem parava configurava a IA com o David, que ficava ali ajudando e explicando o que cada escolha fazia, e via na hora o atendimento inicial acontecendo dentro do WhatsApp. Não era demonstração. Era a IA da pessoa respondendo, ao vivo, para o negócio dela.
A diferença entre sair com um folheto e sair com uma IA que você mesmo montou é a diferença entre ouvir sobre a plataforma e entender o que ela faz.
Foi por ali que o Bryan AI, o agente de IA do CallSys, deixou de ser um nome numa lista de módulos e virou uma coisa que a pessoa tinha acabado de usar. Ao lado, um bingo dava o tom mais leve: girava a roleta, e quem tirasse o número premiado levava brinde. Para participar bastava seguir a Espectra no Instagram, e o perfil ganhou uma boa leva de seguidores novos durante os três dias.
Ninguém ficou esperando o público chegar
Metade do trabalho foi receptivo: gente que via o stand do corredor, caminhava até lá e queria entender o que a Espectra entrega e como funciona. A outra metade foi ativa. O time abordava quem passava, entregava brinde, apresentava o CallSys e, o que importa mais, perguntava o que aquela pessoa fazia e o que tinha ido buscar na feira. É uma conversa que descobre a dor antes de oferecer o produto, e não o contrário.
O público que parou foi de todo tamanho: empresa pequena, empresa média e representantes de empresas grandes, o que é exatamente o que uma feira de varejo entrega e uma lista de leads comprada não entrega.
Quem já é cliente também passou por lá
Feira não é só conversa com quem ainda não conhece. Rafael Brilhante e Roberta, da Unisinos, passaram pelo stand como convidados. Dejane, da Dental Shop, também apareceu. E outros clientes aceitaram o convite e deram as caras ao longo dos três dias. A Espectra ainda deu entrevista para a IERGS Uniasselvi, que é cliente, ali mesmo no meio da feira.
Case
O case da Unisinos
O Rafael Brilhante que aparece na foto acima é o mesmo do depoimento que a Unisinos publicou sobre o CallSys. Ele conta o que mudou na operação de captação e atendimento da universidade.
Ver todos os casesO que a feira deixou depois que acabou
Boa parte do resultado de feira não acontece na feira. A Espectra participou de uma rodada de negócios com outros empresários, com uma apresentação curta e direta: o que a empresa faz, como o CallSys funciona e que retorno ele já deu para clientes no mercado. Saiu de lá com oportunidade que seguiu depois do evento.
No próprio stand houve visitantes que já estavam dentro do perfil de cliente da casa, e com esses deu para ir além da conversa: reuniões foram marcadas ali mesmo, e aconteceram depois da feira. O time também circulou pelos stands das outras empresas, o que rendeu networking que nenhuma agenda planeja.
Por que valeu
A FBV foi a feira em que a marca Espectra começou a sair mais para a rua. Uma empresa de tecnologia que atende mais de 1.500 operações passa a maior parte do tempo aparecendo dentro da operação do cliente, e não na frente de quem ainda não é cliente. Três dias de contato direto com o público, numa feira voltada ao varejo, mudam essa conta.
Em 2027 a Espectra volta à FBV, com stand maior e ao lado do palco de rodada de negócios, um dos principais da feira. A posição já está escolhida.


